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  • Foto do escritorAlberto Danon

81% dos brasileiros são contra a retirada da obrigatoriedade da bula nas caixas de medicamentos.



A Consulta Pública (CP) 1224/2023, que se estende até a meia-noite de 19/03/2024, foi realizada para coletar a opinião pública sobre a bula impressa de medicamentos. O Instituto Datafolha conduziu uma pesquisa preliminar para entender melhor as perspectivas do público.


A consulta pública atual no Brasil propõe a remoção das bulas impressas das caixas de medicamentos. Se aprovada, as bulas serão disponibilizadas online via QR-Code, eliminando as versões impressas nas embalagens.


A pesquisa revelou que a maioria dos brasileiros com 16 anos ou mais (84%) considera importante ter a bula impressa nos medicamentos, com 58% considerando isso muito importante.


Quando questionados sobre suas preferências, 45% dos entrevistados gostariam de ter ambas as opções – impressa e digital, 42% preferem apenas a versão impressa, enquanto apenas 11% optam pela versão digital.


Além disso, 66% dos entrevistados relataram ter enfrentado problemas com o acesso à internet ou com seus smartphones, ou não possuem um dispositivo móvel com acesso à internet, o meio mais adequado para acessar a bula via QR code.


A maioria esmagadora (83%) acredita que a ausência de uma bula impressa pode levar a problemas de saúde entre parentes ou amigos devido à falta de informações sobre os medicamentos.


No final, 81% dos brasileiros, o que representa cerca de 130 milhões de pessoas, são contra a remoção das bulas impressas das caixas de medicamentos.


Com base nas perguntas feitas nesta pesquisa e no nível de conhecimento sobre o projeto de remoção das bulas impressas, a maioria da população brasileira se opõe à remoção das bulas impressas das caixas de medicamentos. No entanto, a inclusão de uma bula digital, sem excluir a opção impressa, parece ser uma alternativa que teria o apoio do público.


A pesquisa Datafolha foi encomendada pela ABIGRAF e realizada entre 7 e 11 de março de 2024. Foram entrevistadas 2.007 pessoas com 16 anos ou mais de todas as classes econômicas em todas as cinco regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.


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